
AMER defende equidade social e responsabilidade ambiental na transição energética
A Estratégia para Transição Energética, recentemente aprovada pelo Governo, é um dos principais marcos que o sector das energias renováveis viveu este ano.
Para o Presidente da Associação Moçambicana das Energias Renováveis, a transição energética deve ser planeada e, portanto, para que seja justa tem que haver uma equidade social, uma responsabilidade ambiental e, qualquer das escolhas, deve respeitar uma resiliência económica.
De acordo com Ricardo Pereira, falando à margem da Conferência Empresarial – Renováveis em Moçambique 2023, existe a ambição de até 2030 termos acesso universal de energia, ou seja, ‘energia para todos’, e as energias renováveis estão no ‘coração’ dessa ambição.
“O nosso parceiro, a Electricidade de Moçambique (EDM), tem todo o seu mandato para expandir a rede eléctrica até 2030, e com apenas 51% da taxa de electrificação, como está planeado no nosso relatório – Resumo Renováveis 2023 –, temos muitos milhões de pessoas que precisam de ter acesso e que só será possível se tiverem soluções descentralizadas e essas”, por seu turno “passam pelas energias renováveis, sem qualquer dúvida”, sublinha Pereira.
Energia eólica em estudo… implementação para breve
Entre os projectos já implementados, a predominância das energias renováveis está na energia solar e esse tem sido o foco, a destacar, por exemplo, a Central Solar de Mocuba, Central Solar de Metoro e Central Solar de Tetereane, em Cuamba, para além da energia hídrica, bem conhecida. A energia eólica, por outro lado, já está em estudo, e será uma realidade muito em breve.
O Programa de Leilões de Energias Renováveis em Moçambique (PROLER) prevê três centrais solares, uma das quais já foi anunciada e ganha pela TOTAL, mas também uma central de energia eólica de 60 Megawatts de um concurso que será lançado. “É uma questão de tempo que a eólica faça parte de um panorama que já existe”, vaticina.
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