
Inflação desacelera para 0,86% em Março
O País registou, em Março de 2021, uma inflação mensal de 0,86%, 0,48 pontos percentuais (pp) abaixo da registada no mês transacto, apontam dados referentes ao Índice de Preços no Consumidor publicados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A divisão de Alimentação e bebidas não alcoólicas, foi a principal responsável pela tendência geral de aumento dos preços, ao contribuir no total da variação mensal com cerca de 0,55 pontos percentuais (pp) positivos.
Analisando a variação mensal por produto, a autoridade estatística nacional destaca o aumento dos preços do tomate (6,2%), da cebola (10,2%), do frango morto (3,8%), do ensino primário do 1º grau particular (13,4%), de veículos automóveis ligeiros em segunda mão (1,8%), de refeições completas em restaurantes (0,6%) e do repolho (15,4%), que contribuíram no total da variação mensal com cerca de 0,47pp positivos.
Esta tendência de aumento, revela o INE, foi contrariada pelo comportamento observado em alguns produtos como o coco (4,9%) e a batata reno fresca (6,0%), ao contribuírem com cerca de 0,06pp negativos do total da variação mensal.
Comparativamente a igual período do ano anterior, o País registou no mês em análise, um aumento de preços na ordem de 5,76%. Enquanto a inflação acumulada para o primeiro trimestre do ano situou-se em 3,42%.
Numa comparação entre os centros de recolha, que servem de referência para inflação do país, o INE refere que “a Cidade da Beira liderou a tendência de aumento do nível geral de preços com aproximadamente 6,96%, seguida da Cidade de Nampula com cerca de 6,05% e por último a Cidade de Maputo com 5,19%”.
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